Foram vários os momentos que se podem destacar desta louca corrida. A primeira bandeira vermelha, a desistência de George Russell, a ultrapassagem de Max Verstappen a Lewis Hamilton, a segunda bandeira vermelha. Mas escolhemos a última largada.
Foi o momento em que a opção de usar bandeiras vermelhas a três voltas do fim, com a corrida praticamente decidida, ficou imortalizada. O caos que se criou naquele recomeço vai ficar no imaginário dos fãs que viram a corrida. A ironia é que apesar do que aconteceu ficou, ficou (quase) tudo na mesma. O trabalho de comissário e diretor de corrida não é fácil, muito longe disso, mas há ferramentas para melhorar o trabalho e pode ser feito mais que os critérios se mantenham uniformes. Neste caso em particular, o critério parece aproveitar as oportunidades para interromper e reiniciar uma corrida. A F1 não está habituada a isto. E queremos falar mais das lutas em pista do que das trapalhadas de quem decide.









