A Ferrari continua com problemas estruturais e este arranque de época e Ralf Schumacher acredita que o problema está na raiz da equipa, que pretende ser o mais italiana possível.
A Ferrari demora a encontrar a paz interna que lhe permita chegar aos bons resultados e Ralf Schumacher acredita que se trata de um problema cultura:
“Penso que ainda sofrem com o anúncio do ex-presidente Sergio Marchionne, que declarou uma equipa totalmente italiana como o credo da Ferrari. A nacionalidade não deve contar, mas sim a qualidade. A grande força na época de sucesso com o meu irmão, foi que havia uma competência sem precedentes nessa equipa. O meu irmão, Jean Todt, Ross Brawn, o designer Rory Byrne. Era importante que lhes fosse dada toda a liberdade de que necessitavam”.
O alemão vê em Vasseur o homem certo para conseguir dar a volta a esta situação.
“O antecessor de Vasseur, Mattia Binotto, era demasiado próximo da Ferrari para poder fazer as escolhas certas. Vasseur aprendeu o desporto automóvel por si próprio. Ele tem a capacidade de tirar o máximo proveito de cada empregado. Mas continuo a pensar que eles não serão candidatos ao título. Apesar de desejar que fossem, por causa da excitação”.












É o preço de ser puro e genuíno… Como poucos
Eu trocava bem essa tua “pureza e genuínidade” pelas “impurezas” Todt/Brawn/Byrne…
Fixe. Então agora é que é ! Presidente, americano ( mas já
vai falando um bocado a língua de Dante) ,Team principal, francês, Director Desportivo, francês, pilotos espanhol, monegasco e até russo/israelita, etc., etc. ..
‘Enfim’, esta do credo de uma equipa toda italiana bate todos os recordes do Ralf, que ficou célebre por exemplo com
uma outra bojarda na mesma sky alemã, a de que era o Ross Brawn o estratega da Ferrari, e não o Luca Baldisseri, que mais não fosse foi o responsável da corrida com os 4 pit stop.