A implementação do combustível E10, com 10% de biocombustível, revelou-se um grande desafio para as equipas que tiveram de perder muitas horas para tornar os motores igualmente competitivos. Mas a fiabilidade decresceu com o desenvolvimento das novas unidades e a Honda continua a trabalhar nesse capítulo.
Poderia pensar-se que a mudança de combustível seria pacífica, mas as exigências do lado do motor de combustão interna subiram muito, e a Honda pretende trabalhar na fiabilidade, sem se focar tanto em aumentar a performance das novas unidades, uma vez que estas estão congeladas até 2026.
“Nos últimos anos, todos os construtores de motores têm optado pelo desempenho em vez da fiabilidade. A chegada dos novos combustíveis aumentou seriamente a pressão sobre os cilindros internos. O E10 exigia muito dos motores. Tentámos resolver estes problemas para 2023. Com mais estabilidade e fiabilidade, temos mais opções estratégicas. Podemos lidar com o motor de forma diferente”.












