Como demos conta ontem, a taxa de inscrição na Fórmula 1 pode aumentar em resultado da negociação do novo Acordo da Concórdia para a época de 2026 e seguintes. A publicação Motorsport.com garante que as equipas querem triplicar o valor atual, passando os interessados a ter que pagar 600 milhões de dólares, que seriam distribuídos pelos concorrentes do campeonato. O valor ainda não é certo, mas há poucas dúvidas que venha a aumentar, sendo esta a vontade da maioria das equipas e possivelmente, até dos detentores dos direitos comerciais.
A equipa norte-americana Andretti Autosport é, como sabemos desde há muito tempo, uma real interessada em entrar na competição, com os responsáveis a avisar que têm o dinheiro para pagarem os 200 milhões de dólares do fundo anti diluição atual e reforçando a sua aposta na F1 com um parceiro forte, a General Motors (GM) através da Cadillac. No entanto, a publicação australiana Speedcafe.com, avança que o gigante da indústria automóvel pode ter outro plano, que não inclui a Andretti, caso o valor da inscrição venha a aumentar substancialmente antes de ser possível a entrada da equipa na F1. Ou seja, se a Andretti não conseguir uma vaga na competição antes de 2026 – tendo em conta o processo demorado na FIA e na FOM pode de facto só acontecer só nessa altura – a GM pode ‘largar’ a parceria anunciada com a estrutura norte-americana e avançar para uma das atuais equipas, formando uma nova aliança.
A publicação explica ter tentado obter uma resposta oficial da GM ao relatos das suas fontes, mas ainda aguarda pela reação. No entanto, a vontade do grupo automóvel é aproveitar a onda de interesse que suscita a Fórmula 1 no seu país de origem e colocar o nome de uma das suas marcas associadas à competição.










