200 milhões de dólares não são suficientes como valor da taxa de inscrição para o atual estado da Fórmula 1 para as novas equipas que o queiram fazer. Esta é a ideia de uma larga maioria dos responsáveis pelas atuais 10 estruturas presentes na grelha do campeonato do mundo da FIA.
A publicação Motorsport.com garante que as equipas querem triplicar o valor atual, passando os interessados a ter que pagar 600 milhões de dólares, que seriam distribuídos pelos concorrentes do campeonato.
O valor atual foi negociado e faz parte do Acordo da Concórdia, assinado em agosto de 2020 e aplicável entre as temporadas de 2021 a 2025, garantindo que as equipas existentes recebem 20 milhões de dólares para compensar a perda de receitas dos prémios de final de temporada da FOM e foi o primeiro a ser concluído pelos novos proprietários da F1, a Liberty Media, liderado pelo CEO da empresa naquela altura, Chase Carey.
Agora, Stefano Domenicali deverá ter de fechar um novo Acordo para as épocas seguintes a 2025 e apesar de ainda ser cedo para se falar num valor certo, a taxa de inscrição deverá mesmo ser alterada. Por isso a Andretti quererá completar todos os procedimentos da FIA e entrar na competição antes de 2026, encontrando, como sabemos, muitos obstáculos para que isso aconteça. Trata-se de um “jogo” político antes de ser uma competição automobilística, parecendo que a FIA está de um lado do tabuleiro juntamente com a Andretti/Cadillac e mais alguns apoiantes e do outro lado estão a Liberty Media/FOM e a larga maioria das equipas atuais.










