A saída de James Vowles da Mercedes para assumir funções como chefe de equipa da Williams levantou algumas dúvidas sobre a possibilidade da equipa de Grove poder tornar-se uma espécie de equipa B da estrutura que lhes fornece motores. O engenheiro, que ainda não trabalha na Williams, desmentiu essa hipótese, assim como fez o seu antecessor, Jost Capito recentemente.
Apresentado que está o projeto para a temporada de 2023 da Williams, Dave Robson, responsável pelo desempenho dos monolugares de Grove, garantiu que a vinda de Vowles não é um prenúncio de uma situação que comparou à da Haas e da Ferrari.
“Fornecem-nos uma certa quantidade de hardware que é extremamente bom, mas somos uma equipa independente e temos que fazer o resto sozinhos”, disse Robson. “Não acho que queremos seguir o modelo da Haas”.
Apesar de não conhecer muito bem Vowles, Dave Robson considera que “traz consigo uma vasta experiência que ganhou na Mercedes e com os seus antecessores. Sabe o que é preciso para chegar ao topo e permanecer no topo. Acho que é ambicioso e muito inteligente”.
Dave Robson sente que a Williams pode melhorar as suas performances já este ano, mas admite que a falta de investimento na equipa durante muito anos, anteriores à Dorilton, faz com que outras equipas ainda tenham vantagem. “Vai demorar um pouco para as coisas se resolverem”, realça Robson. “Agora estamos prontos para a próxima fase de reestruturação, para um certo grau de estabilidade e um plano de longo prazo”.












