De acordo com declarações de Ni Amorim, presidente da FPAK, ao jornal Público, Portugal não substituiu a China no calendário do Mundial de F1 porque as equipas não quiseram as 24 corridas, quedando-se pelas 23: “Havia muita contestação. As equipas não queriam 24 Grandes Prémios pelo que a decisão foi ao encontro da vontade deles”, começou por dizer o presidente da FPAK, acrescentando ainda que as coisas estiveram bastante bem encaminhadas: “ainda há três dias existia a possibilidade, estava tudo preparado e coordenado” sendo que a possibilidade foi mesmo muito forte, mas acabou por não se concretizar.
Seja como for, depois da F1 ter regressado a Portugal, 24 anos depois da última corrida no Estoril, a verdade é que atualmente a pista portuguesa está numa lista que há muito Portugal não conseguia estar e o simples facto de ter voltado a ser hipótese forte deixa em aberto que possa efetivamente regressar a médio prazo, pois apesar desta feita as equipas quererem aproveitar o hiato de quase um mês para descansar as suas ‘tropas’ o AutoSport sabe que as equipas gostam da pista portuguesa e de vir a Portugal.










