Os seus nomes não são conhecidos mas os carros e as cores dizem muito aos adeptos. Tal como os Grupos B no Eifel Rallye ou RallyLegend, os carros do Dakar Classic são um regalo para a vista, pois transportam-nos ao passado que ‘fez’ do Rali Dakar o que é hoje. Não interessam muito as classificações, dizem pouco aos adeptos, mas sim as imagens.
Ainda assim, aqui fica um resumo do que tem sido o Dakar Classic.
Na Etapa 1, os Galpins e o seu Protruck foram os primeiros a dar nas vistas. No teste das dunas, uma das novidades introduzidas na terceira edição, foram os vencedores do ano passado, Serge Mogno e Florent Drulhon 4×4 que encontraram o percurso ideal ligando todos os pontos de passagem nas dunas. Os Galpins retaliaram no segundo teste de regularidade, mas outro casal, os Berteloots, juntou-se à com o terceiro lugar antes de exibirem a sua boa forma na secção de regularidade final.
No segundo dia, o Protruck continuou a sobrepor-se à concorrência e no terceiro dia os ‘clássicos’ não escaparam à chuva, e tiveram que voltar ao bivouac, em caravana, um retiro estratégico que também faz parte da história do Dakar.
A.S.O./Fotop; A.S.O./Aurélien Vialatte;












