O limite orçamental continua a exigir adaptação por parte das equipas, num cenário muito diferente do que estavam habituadas. A Williams, uma das equipas que, em teoria, mais poderia lucrar com esta regra, sente dificuldades.
Segundo Jost Capito, CEO da Williams que está agora de saída, o limite orçamental tem limitado o crescimento e desenvolvimento da equipa:
“Há dois limites orçamentais”, disse Capito. “Um é o limite orçamental, do lado das corridas, e o outro é o limite orçamental de investimento. É aqui que somos mais atingidos porque temos de fazer este tipo de investimentos. Do lado operacional, é aí que temos de ser muito mais eficientes na fábrica. Se não tivermos estas ferramentas, seremos menos eficientes. As atualizações [para os monolugares], para nós, são bastante caras, por isso demoram muito tempo, porque não temos estas ferramentas. Não somos, de longe, suficientemente eficientes e é nisso que estamos a trabalhar. A Dorilton permite-nos fazer isso e eles dão-nos o financiamento para que possamos trabalhar de acordo com o limite orçamental. Como disse antes, temos de investir muito e fazer muito dentro do limite máximo orçamental, construindo coisas que outros já têm”.












