Comparativamente com os anos anteriores, a Haas esteve muito melhor, mas tendo em conta que no ano passado a equipa trabalhou exclusivamente para esta época, na estreia do novo regulamento técnico da Fórmula 1, os norte-americanos pouco apresentaram. Realmente conseguiram, com Kevin Magnussen a regressar à equipa e a substituir Nikita Mazepin depois do “shakedown” de Barcelona – antes dos testes de pré-época – e a fazer dupla com Mick Schumacher, um bom resultado na primeira prova do ano, depois do dinamarquês terminar no quinto posto, a época foi de altos e baixos.
Os acidentes de Schumacher custaram dinheiro, é certo, mas não deverão ser justificação para a falta de atualizações ao VF-22. Foi precisa mais de meia temporada para que a Haas apresentasse o primeiro pacote de desenvolvimento do seu monolugar, quando todas as outras equipas o tinham feito, algumas com resultados interessantes. A Haas ia somando alguns pontos, tendo sido na Áustria – entre Sprint e corrida – que conquistaram 14 pontos importantes, no entanto depois dessa 11ª ronda até ao Grande Prémio dos EUA, 19ª corrida do ano, não terminaram dentro dos dez primeiros classificados. Marasmo completo na estrutura norte-americana, enquanto a Aston Martin ia pontuando na maioria dos GP e os ultrapassou definitivamente no campeonato de construtores.
Para uma equipa que apostou muito em 2022, acabou por saber a pouco, com a alegria de terem conquistado a pole position no Brasil com Magnussen.
Nota: 6 (de 0 a 10)
Ponto forte – Bom início de época e a pole position no GP do Brasil
Ponto fraco – Expectativas altas para resultados “magros”











