A Aston Martin também esteve em evidência na análise da FIA ao limite orçamental de 2021, mas ao contrário da Red Bull não excedeu o montante máximo, cometeu antes uma infração ao procedimento e por isso foi sancionada pela entidade federativa.
O monolugar de 2022 da equipa de Silverstone não apresentou o nível de desempenho que os responsáveis esperavam e as dificuldades no início da época foram visíveis, tendo a estrutura apresentado um grande pacote de atualizações que, inclusivamente, alterou o aspeto visual do AMR22. Apesar disso, para se manterem dentro do limite orçamental, a equipa não pôde desenvolver o carro como gostaria.
“Tentámos ser agressivos como pudemos este ano, mas com o limite orçamental e os recursos disponíveis isto tem sido difícil. Há partes que gostaríamos de ter feito. A asa dianteira, por exemplo, é em grande parte a mesma com que começámos o ano”, disse Tom McCullough, diretor de performance da Aston Martin. “Há tanta coisa que poderíamos ter feito, mas não podíamos dar-nos ao luxo de fazer dentro do limite orçamental, especialmente depois das mudanças significativas que fizemos no carro em Barcelona”.
Para 2023, McCullough avisa que a equipa tem de “ser mais agressiva”, estando no entanto convicto que “o caminho que seguimos é o caminho certo, e seremos capazes de o repetir no nosso carro de 2023 para ser consistentemente mais performante em vez de termos de mudar de conceito a meio da época”.








