Com o calendário de 2023 a ser o mais longo de sempre, com 24 corridas, as equipas tentam encontrar formas de tirar algum peso dos seus funcionários. Uma das novas ideias é a implementação de uma interrupção obrigatória de inverno, para dar descanso a todos.
Uma época de 22 corridas é exigente, mais ainda depois de dois anos em que a COVID 19 complicou sobremaneira a vida às equipas. O sentimento geral no paddock é que todos estão esgotados e o facto da época acabar relativamente mais cedo, face aos anos anteriores, é encarado como uma bênção. Com o final da época a 20 de novembro (dia do arranque do Mundial de futebol) e com a primeira corrida marcada para 5 de março, teremos mais de três meses de interrupção. No entanto, o trabalho não para e as equipas irão trabalhar a todo o gás para preparar as máquinas do próximo ano. Mas surgiu uma ideia que pode ajudar as equipas a descansar um pouco mais.
No Comité Consultivo Desportivo, onde as equipas têm assento, surgiu a ideia de implementar uma interrupção obrigatória no inverno, à imagem do que acontece no verão, em que as equipas param duas semanas, de modo a garantir o descanso dos funcionários. Seria uma forma de minimizar os efeitos de uma época demasiado longa, com 24 corridas.
“Há muitos de nós, chefes de equipa, que gostariam de replicar o que temos no verão, pelo menos começando no Natal, prolongando-se até ao ano novo, durante duas semanas”, explicou Toto Wolff. “Obviamente que isso ainda está em discussão. Mas houve indicações positivas, a pensar no bem-estar das pessoas”.












