O calendário do ERC 2023 está praticamente definido e já deveria ter sido apresentado ao Conselho Mundial da FIA na sua última reunião. No entanto, os problemas surgidos com a ratificação do calendário do WRC levaram a que a proposta para o ERC nem tenha sido apresentada àquele órgão da federação internacional. A próxima temporada desta série deverá voltar a ser disputada em oito eventos, metade em asfalto e a outra metade em terra.
A época deverá voltar a ter início em Portugal, a meados de março, com o Rali Serras de Fafe e Felgueiras e prossegue, cerca de um mês depois, em Itália com o Rally di Alba. No começo de maio a caravana ruma a Las Palmas para o Rally Islas Canarias e, ainda no mesmo mês, a Mikolajki para o Rali da Polónia. A meio de junho, a Letónia, em Liepaja, é a anfitriã deste campeonato. Os concorrentes permanecerão no norte da Europa pois no começo de julgo tem lugar o Royal Rally of Scandinavia, com centro no sul da Suécia.
O último fim de semana de julho é a data escolhida para o Rally di Roma Capitale e, um mês depois, o BarumCzech Rally Zlin. A temporada deverá terminar com o Rally Hungary, com base no Zemplen Rally, mas, conhecidas as suas dificuldades no plano da segurança, poderá ser substituído por outra prova em Espanha.











Como se pode ver os Portugueses estão muitos contentes com este calendario de ERC. Pois conseguiram roubar o lugar de Rallye Azores com o esforço monumental de incluir o Rallye de Fafe. Isso sempre foi o objectivo da FPAK e do seu presidente Ni Amorim. Este o maior inimigo dos Açores.
Enquanto os Açores estiverem governados e subjugados a Portugal serão sempre discriminados.