O Rali Vidreiro está bem encaminhado para José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2) que estão a conseguir manter-se na frente com o mesmo tempo com que terminaram a manhã, mas está prova ficará marcada pela penalização que sofreram Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia Rally 2 Evo), que muito resumidamente, têm nas mão uma carta de controlo com as horas todas corretas, mas por tudo o que se passou à volta, foram penalizados em quatro minutos.
A história é longa, e muito ‘sinuosa’, mas como ainda não falámos com todas as partes, não a vamos detalhar, ainda. Uma das partes que ouvimos, a equipa, resumidamente a questão seria assim: houve uma grande confusão no controlo em questão, por variadíssimas razões, e o primeiro concorrente que lá chegou… ‘lixou-se’.
Mas o pior foi depois, pois a equipa ficou a saber que teria penalizado, e sem nos querermos alongar muito, confirmando-se tudo o que ouvimos, é absolutamente incrível como algumas coisas ainda funcionam neste nosso desporto. Não havia mesmo necessidade, e para o concorrente, uma prova que é de festa, fica ensombrada por esta questão, que seria completamente desnecessária se tivesse prevalecido o bom senso. Só deixo uma pergunta: e se o título estivesse a ser resolvido nesta prova?












E se o jornalista tivesse ouvido “a outra parte” e descrito os factos, como é seu dever?
Lamenta-se a recorrência de “notícias” e artigos de opinião, que mais não são, do que um canal aberto de certas equipas.
Se este caso tivesse acontecido com equipas do meio da tabela, nem sequer seria considerado para publicação.
Pede-se, exige-se, mais respeito pelo desporto e todos os seus agentes!
E já agora, convinha explicar, que alegada confusão foi essa do controlo…
Talvez os concorrentes que estavam logo atrás do 1°, tenham uma opinião diversa da única “parte”, que o jornalista decidiu ser suficiente ouvir e dar eco. Lamentável!
Oh sr. Abreu, o senhor intitula-se jornalista?
…e o AS ainda quer cobrar. Onde está o profissionalismo?