Nyck de Vries estava a tomar sentado a tomar café no sábado de manhã quando da Williams surgiu a mensagem que iria substituir Alexander Albon, que estava com uma apendicite, no resto do fim de semana. O piloto neerlandês fez um bom trabalho na qualificação e beneficiou das muitas penalizações na grelha de partida para arrancar do oitavo posto. Terminou a sua primeira corrida de Fórmula 1 no nono lugar, somando 2 pontos importantes para a equipa de Grove, que tem pela frente a difícil tarefa de sair da última posição da classificação.
Sobre a sua corrida, de Vries considera que manter a posição em pista no arranque foi um fator chave para o resultado final.
“O meu arranque não foi bom, mas foi suficiente para manter a posição. Penso que a chave foi entrar no ritmo desde início e não perder a posição porque depois os pneus ficam sujos, e ficamos logo em desvantagem”, começou por dizer o piloto neerlandês, que foi piloto da Mercedes na Fórmula E nas duas últimas épocas, tendo conquistado o título mundial da disciplina em 2020/2021. “Foi por isso que fiquei muito contente com a nossa estratégia e com a forma como a cumprimos. O ritmo foi realmente bom, o carro estava ótimo e fizemos pequenos ajustes desde o primeiro ‘stint’ para o segundo”.
O piloto da Williams recebeu uma repreensão do colégio de comissários após a corrida, por ter efetuado uma travagem forte enquanto a corrida estava em período de Safety Car, mas manteve os pontos conquistados. “Pedi uma grande ajuda à equipa sobre como lidar com as ferramentas do carro para influenciar o equilíbrio. Sei que fomos um pouco beneficiados com as penalizações na grelha e os abandonos durante a corrida, mas já ninguém nos pode tirar estes pontos”, concluiu.










