Paulo Meireles/Marcos Gonçalves (Hyundai I20 N Rally2) foram sétimos da geral em mais um bom rali. Já tinham sido quintos do CPR na Madeira, mas o facto de disputarem este rali pela primeira vez não lhes permitiu um andamento mais forte: “Fizemos quilómetros que foi o mais importante. É a primeira vez que faço este rali, com as vicissitudes que isso traz em termos de performance, mas penso que o rali podia ter corrido melhor. Tivemos alguns percalços – na super especial fizemos o troço sem gambiarra e intercomunicadores, em algumas classificativas mostramos um ritmo interessante e podíamos ter tido um desempenho melhor” começou por dizer Paulo Meireles, que gosta destes Rally2 depois de pilotar em ralis há mais de duas décadas: “Estes carros são realmente fabulosos. O motor não impressiona, mas todo o resto sim, o chassis, a suspensão, travões e caixa.
São carros de corrida à séria e faz com que o gozo seja imenso e muitas vezes, os limites são difíceis de perceber. Por isso é que os homens da frente andam num ritmo muito forte, porque estes carros permitem, mas é preciso conhecer bem e muita confiança”.












