O circuito de Zandvoort é um dos favoritos dos pilotos devido à natureza ondulada do traçado e a uma série de curvas em ‘banking’ que constituem um desafio único no calendário de Fórmula 1. Mas há um aspeto a melhorar, após ver a corrida do ano passado: as chances de ultrapassagem.
A falta de longas retas torna a ultrapassagem muito difícil de concretizar, mas as esperanças são grandes para um bom espetáculo este ano, devido aos novos monolugares de 2022, que facilitam não só a perseguição do carro que segue à frente como a sua ultrapassagem, e uma mudança específica na zona de DRS da reta da meta.
A última curva de Zandvoort vai proporcionar, este ano, o potencial para os pilotos ativarem o DRS antes da reta da meta, com o ‘banking’ a proporcionar a aderência extra que compensa a perda da carga aerodinâmica.
Isso significa que vamos ter uma zona de DRS muito mais longa do que na corrida do ano passado, e os pilotos acreditam que deverá ajudar a criar corridas ainda mais entusiasmantes.










