José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroën C3 Rally2) venceu a derradeira especial antes da passagem pela assistência e ao bater Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Hyundai I20 N Rally2) por 2.9s assumiu a liderança do rali por 0.6s.
Grande luta na frente do Rali da Água-CIM Alto Tâmega, numa batalha tão equilibrada que já não se via há algum tempo. Como se percebe, está tudo completamente em aberto para os três troços da tarde, sendo praticamente certo que a vitória no rali…fica na Sports&You.
Ricardo Teodósio/José Teixeira (Hyundai I20 N Rally2) foram terceiros a 5.0s, o que diz bem o que estão a andar José Pedro Fontes e Bruno Magalhães.
Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia Rally 2 Evo) foram quartos a 7.1s com Bernardo Sousa/Victor Calado (Citroën C3 Rally2) logo a seguir.
Pedro Meireles/Pedro Alves (Hyundai I20 N Rally2) foram sétimos a 12.8s da frente.
Como se percebe, continua a troca de posições na liderança do rali entre José Pedro Fontes e Bruno Magalhães, com este último a liderar na PE1, 4 e 5, enquanto Fontes liderou na PE2, 3 e agora na PE6.
Miguel Correia/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Rally2 evo) caiu muitas posições está agora para lá do top
Miguel Correia/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Rally2 evo) caiu muitas posições, está agora para lá do top 20. Bernardo Sousa está somente a 0.4s de PEdro Meireles, na luta pelo quinto posto, com Pedro Almeida/Mário Castro (Skoda Fabia Rally2 evo) a passarem Paulo Meireles/Marcos Gonçalves (Hyundai I20 N Rally2) na geral, sendo agora sétimos.
Este ano só na Aboboreira tinha havido luta tão equilibrada na decisão do triunfo num rali.
Em Fafe, no final da PE1 Armindo Araújo tinha 28.5s de avanço para Bruno Magalhães,
nos açores ao fim do 1º troço realizado, Ricardo Mouta tinha 14.6s de avanço para o 2º lugar de Bruno Magalhães, na Aboboreira, sim, houve equilíbrio, só se decidiu ao segundo no derradeiro troço com Miguel Correia a vencer pela primeira vez, no Rali de Portugal a margem foi aumentando sempre troço a troço, em Castelo Branco, houve equilíbrio, mas não tanto quanto aqui, nem de perto, na Madeira, fontes recuperava tempo a Bruno Magalhães, mas quando este desistiu a margem era ainda de 11.6s. Aqui, faltam três troços, há 0.6s entre primeiro e segundo e a liderança nunca foi maior que 2.3s.
.











