Sem Max Verstappen na corrida, depois do seu abandono, Charles Leclerc tem mais de 14 segundos de vantagem para o segundo classificado, Sergio Pérez. George Russell é terceiro, mas tem Lewis Hamilton no quarto posto. Será que a Mercedes pede para Russell conceder a posição para o seu companheiro de equipa? Faltam 13 voltas para o final do GP da Austrália.
Depois de ter ultrapassado Fernando Alonso, Sergio Pérez começou a pressionar George Russell, que devia ser uma presa fácil para o Red Bull, na volta 16. Mais atrás, Kevin Magnussen tentou defender o sétimo lugar de Lando Norris, mas o dinamarquês da Haas cometeu um pequeno erro na saída de uma das curvas do circuito australiano e ficou sob pressão. Norris conseguiu ultrapassar o Haas, enquanto Daniel Ricciardo teve de esperar mais um pouco para também conseguir ultrapassar o adversário.
Na volta 36, o engenheiro de corrida de George Russell avisou o piloto que o mais importante naquela altura da corrida era a gestão de pneus e que se a defesa pelo terceiro lugar o prejudicasse, era preferível conceder a ultrapassagem, o que aconteceu poucos metros depois. O piloto mexicano subiu ao terceiro lugar, enquanto Russell ficou no quarto posto à frente de Lewis Hamilton.
Na frente do pelotão, com vantagem de 5 segundos para Leclerc, Max Verstappen e o líder envolveram-se numa troca de argumentos pela volta mais rápida da corrida, até que o campeão do mundo de Fórmula 1 de 2021 teve de parar o Red Bull RB18 em pista, perto de um posto de comissários, com problemas no monolugar. O piloto queixou-se de um cheiro estranho dentro do carro e foi obrigado a desistir. Uma perda enorme na luta pelo título.
O período de SC foi curto, mas alguns pilotos aproveitaram para parar e no recomeço, Valtteri Bottas e Lance Stroll envolveram-se num contacto, com o canadiano a ser penalizado com 5 segundos adicionados ao seu tempo no final da corrida.












