É uma questão quem vem ganhando cada vez mais peso e que depois da polémica da Arábia Saudita ganhou novo impulso. Os pilotos querem estar mais envolvidos e ter mais influência nas decisões da F1.
Esta questão começou a ganhar relevo nas discussões para os novos regulamentos que entraram este ano em vigor. A GPDA (Associação de pilotos de GP) teve um papel muito ativo na discussão das novas regras que definiram o pacote aerodinâmico para esta nova era. Mas os pilotos querem estar envolvidos noutro tipo de decisões.
Sendo a cara do desporto, é legítimo que os pilotos pretendam ser ouvidos pois a mensagem que a F1 quer passar depende deles e da sua imagem. A sua exposição cria mais valias e, assim sendo, as decisões que o desporto toma refletem-se sempre nos próprios pilotos. Como tal, a vontade dos pilotos quererem falar com os chefes de equipa com a F1 e com a FIA é um sinal claro que pretendem ser uma voz ativa no processo de decisão para o futuro do desporto. Não é novidade, mas é provável que depois dos desenvolvimentos do último fim de semana, essa mudança já iniciada, se torne ainda mais vincada.










