Este ano trouxe mudanças também nas unidades motrizes. Embora a filosofia e arquitetura se mantenham, o combustível usado mudou, passando a ter 10% de etanol sustentável o que dá mais dores de cabeça aos engenheiros. Um dos problemas foi a diminuição da potência das unidades motrizes mas a Renault, com o trabalho que fez na sua unidade acredita que agora está ao nível da concorrência, o que não aconteceu no ano passado. Laurent Rossi, CEO da Alpine explicou isso mesmo à Auto Motor Und Sport:
“Talvez não estejamos ao nível da Ferrari, mas estamos ao nível da Mercedes e da Honda. A unidade é mais leve, mais curta, mais estreita e tem um centro de gravidade mais baixo. Significa que podemos ter uma organização interna mais favorável. Podemos também ter a mais energia eléctrica durante um período de tempo mais longo”.
“Estamos na luta com a Red Bull e Mercedes”, disse Rossi, acrescentando que a Alpine está de facto numa posição mais forte em comparação com um ano atrás. “No ano passado faltou-nos velocidade, obrigando-nos a recuperar o atraso. Agora, temos a sensação de que pertencemos aos dez primeiros logo desde o início. As semelhanças entre o nosso carro e os carros Red Bull e Mercedes dão-nos a certeza de que não fizemos nada de errado”.












