A Alpine apresentou ontem o seu novo A522, o monolugar com que quer iniciar a sua caminhada rumo ao topo. Os objetivos da equipa são modestos, apontando apenas ao top 5, o que pode significar que o desenvolvimento feito não dá ainda garantias à equipa, que foi recentemente reestruturada.
Do lado do motor, a Renault apostou numa revisão completa do conceito, usando a filosofia da Mercedes, com um turbo dividido. Com isso pretende garantir uma unidade motriz mais compacta. A vontade dos franceses foi criar uma unidade que permita maior liberdade para as configurações aerodinâmicas que os engenheiros da Alpine pretendam usar.
“Quando começamos a trabalhar nestes novos regulamentos, o nosso foco inicial foi para a unidade motriz, porque ela define algumas das áreas chave do carro ao nível da aerodinâmica”, explicou Matt Harman, diretor técnico da equipa, de acordo com a F1i. “Fizemos uma revisão completa desta área do carro e decidimos alterar extensivamente a arquitetura da unidade motriz em todas as áreas, incluindo o motor de combustão interna, o ERS, o turbo e o seu posicionamento no carro. Com isso, pudemos expressar-nos de outra forma, aerodinamicamente”, acrescentou ele.
A integração do motor no chassis e o trabalho conjunto entre Viry (fábrica de motores) e Enstone (fábrica de chassis) foi também aprimorada, para aumentar a eficiência do trabalho.












