Antonio Giovinazzi perdeu o lugar na Fórmula 1 para a época de 2022. Os rumores foram constantes a partir de certa altura do ano passado, mas o anúncio da Alfa Romeo sobre a decisão de contratar Guanyu Zhou para o lugar do piloto italiano, tardou e surgiu numa fase final da época.
Giovinazzi diz ter virado a página, sem ressentimentos com a antiga equipa e Frédéric Vasseur.
“Os rumores no verão já eram muitos, e para mim não eram boas notícias, mas obriguei-me a não desistir até ao fim, e mesmo quando fui oficialmente informado de que não faria mais parte da equipa, continuei a fazer o meu trabalho como profissional, dando tudo de mim até à última corrida”, explicou o piloto em entrevista à edição italiana do Motorsport.com, acrescentando: “Lamento muito ter perdido o meu lugar no final do que acredito ter sido a minha melhor época, este aspeto foi o principal motivo de amargura. (…) Mas com a cabeça fria, sei muito bem que certamente não é a primeira vez que isso acontece na Fórmula 1, e nem será a última”.
Giovinazzi começa uma nova etapa da sua carreira na Fórmula E na próxima semana e mantém a esperança de regressar à Fórmula 1, mas sabe que isso pode não acontecer.
“Sei bem que não é fácil, mas tentei manter um pé na Fórmula 1, porque sabemos que muitos contratos vão terminar este ano e vimos recentemente que pilotos como Ocon e Albon conseguiram uma segunda oportunidade. Sinto que não completei o trabalho que queria fazer, vou tentar até ao fim. Se não tiver a oportunidade, não vou acabar numa depressão, há muitos cenários muito, muito importantes em vista de 2023, como, por exemplo, o programa Hypercar da Ferrari”.










