Há muito que estamos habituados a que chegue o Rali de Monte Carlo, passe o Rali da Suécia e só quando se chega ao asfalto ou à terra é que se começa a ter uma ideia da correlação de forças certa entre as equipas. Este ano, essa questão é ainda mais importante, já que se trata duma nova era de carros de ralis híbridos, mas com um Monte Carlo seco, vamos ter desde já uma ideia muito precisa do que valem os carros e as equipas, já que a escolha dos pneus vai influir muito pouco nesta prova.
O que pode fazer a diferença é (muito) mais o seu desgaste e quem souber melhor poupá-los para o último dia pode ter uma enorme vantagem, mas esse é apenas um detalhe que não se vai colocar noutros eventos.
Seja como for, para já no shakedown tivemos as três equipas em menos de um segundo, o que é um bom sinal.
Especialmente nos primeiros troços, em que ninguém vai querer ficar para trás, vai perceber-se rapidamente quem anda… e quem não anda, tanto!












