Christian Horner tem vindo a público colocar algumas dúvidas sobre a velocidade dos Mercedes nas últimas corridas. A equipa liderada por Toto Wolff diz que o motor que deu a Lewis Hamilton é “apimentado”, mas os homens de Milton Keynes não apontaram outro motivo: a asa traseira dos carros dos adversários.
Depois dos novos testes introduzidos no Qatar pela FIA, Horner diz que o facto da velocidade de Mercedes e a Red Bull ter sido tão idêntica na reta de Losail, sugere que o equilíbrio de desempenho entre elas se alterou pela primeira vez desde o período das férias de verão.
“Penso que o que vimos nas corridas recentes é uma velocidade anormal na reta”, disse Horner ao Motorsport.com. “Penso que Toto tem tido o cuidado de assinalar que tinha havido ganhos na velocidade em reta quando nada mudou, mas é encorajador que esta foi a primeira corrida desde Silverstone que fomos capazes de igualar a sua velocidade e um aumento exponencial nas corridas”. Embora os testes da FIA realizados a partir do Qatar e durante o resto da época não tenham qualquer valor regulamentar, Horner acredita que a simples monitorização da situação é positiva. “Penso que estou contente por ver que está a ser bem fiscalizado. Estou confiante de que os testes que foram introduzidos devem erradicar qualquer capacidade de contornar as regras.”










O que a ser verdade são péssimas notícias para a Red Bull, pois aparentemente, sempre foi uma equipa que marcava a sua vantagem, justamente do ponto de vista aerodinâmico. Vai ser uma ponta final duríssima para o Max e também para o Pérez, pois dá toda a impressão de que vão ter de andar a correr atrás do prejuízo, o que nunca é uma boa receita!
A necessidade de sempre mandar uma boca. Por vezes vale mais estar calado, mas este fulano é adverso.
A imbecilidade é mais forte que a razão… Ele é assim não tem mais nada para dar.
Não dá para perceber muito bem estas palavras. O que conta mais não é a velocidade de ponta, mas como esta é alcançada. Foi quase inacreditável a forma como o W12 nº 44, por exemplo na entrada da recta da meta de Interlagos, reduzia a distância para quem o precedia. . Os testes da FIA, monitorização, bem fiscalizado? o que significa? O que tem sido noticiado é o newey ter um dossier detalhado sobre o funcionamento da asa do W12 , informação de um toupeira na MB.
O que a Mercedes tem feito é prescindir de ter essa velocidade de ponta, usando esse superavit de potência para poder colocar maior carga aerodinâmica.
Tem feito isso desde há vários anos.
O tempo de volta ganha-se nas curvas e não numa recta de algumas centenas de metros.
Há 15 dias o mesmo Horner não percebia o comportamento da Mercedes dado conseguir grande velocidade na recta no Brasil e ter apoio aerodinâmico na asa traseira idêntico ao usado no Mónaco.
A parte gira é que Horner só fala na velocidade de ponta que agora já era igual, para suportar a sua teoria (ou melhor, para insistir na teoria) de que a Mercedes tem uma asa batoteira que lhes permite ter muita velocidade de ponta. Mas a realidade é que em Losail a Mercedes ganhou 0.23s à RB… Nas curvas. Porque o equilíbrio do carro era melhor, assim que compensava perder velocidade de ponta, se nas curvas ganhavam tempo e permitia não destruir os pneus (porque quanto menos equilíbrio, mais se “escorrega” por falta de apoio aerodinâmico e logo gasta mais… Ler mais »