No segundo treino de ontem Max Verstappen passou algum tempo na box, com a equipa às voltas com a asa traseira, algo que já vimos no Brasil e até no México. No terceiro e último treino livre do GP do Qatar, a Red Bull voltou a chamar o piloto à box e estiveram de novo a tratar da asa traseira, com Adrian Newey junto dos mecânicos a tentar perceber a situação. Segundo Ted Kravitz da SkySports, o problema parece estar no atuador do DRS, o componente que ativa o sistema de redução de arrasto nas asas traseiras dos monolugares. “Não é a primeira vez que têm problema com o atuador do DRS de Max Verstappen. Desta vez, Adrian Newey saiu do pitwall para o supervisionar. Haverá uma história maior por detrás disto do que apenas um atuador problemático que não mantém a asa traseira aberta?”, questionou o repórter do canal britânico.
Perto do final da sessão, e já com o piloto em pista, a equipa admitiu ter problemas com a asa traseira do Red Bull de Verstappen e que ainda terão que resolver a situação até à sessão de qualificação.
A verdade é que há várias imagens da asa traseira do carro de Verstappen a abanar bastante quando o DRS está aberto e numa altura em que Mercedes e Red Bull andam de “candeias às avessas”, podem os adversários pedir à FIA para averiguar a situação? Recordamos que Lewis Hamilton foi excluído da qualificação do GP do Brasil, mesmo que os comissários tenham considerado que a abertura do DRS não tivesse permitido um aumento de performance do carro.
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— Formula 1 (@F1) November 19, 2021













