Foi uma filmagem que despoletou a queixa que levou Max Verstappen aos Comissários Desportivos, que lhe aplicaram posteriormente uma multa de 50.000€. A ‘guerra verbal’ entre a Mercedes e Red Bull, já dura há algum tempo, qualquer detalhe serve para ‘picar’ o adversário, e no Brasil, após a qualificação, imagens de vídeo filmadas por um adepto surgiram nos meios de comunicação social mostrando Max Verstappen a tocar na asa de Hamilton, quando os monolugares já estão em Parque Fechado, o que é uma violação dos regulamentos desportivos. Isso desencadeou uma investigação dos Comissários que depois valeu uma multa de 50.000 euros.
Questionado pela Sky Sports F1 o que tinha estado a ver no Mercedes, Verstappen disse: “Temos as nossas suspeitas de que algo se está a passar ali. No início do ano, todos nós tivemos de mudar as nossas asas traseiras com o pilar para trás. Penso que ainda há algo a acontecer com o plano principal que se está a abrir e a dar-lhes mais velocidade máxima” disse o neerlandês.
Hamilton sugeriu no GP de Espanha que a Red Bull estava a beneficiar de uma asa traseira ‘flexionada’. Os testes de deflexão da FIA foram mais tarde alterados, a partir de junho, do GP de França. Agora foi a Mercedes a ser questionada. Christian Horner, chefe da equipa Red Bull, explicou: “saiu uma diretiva técnica que alterou o procedimento de testes sobre isso e a nossa asa foi revista em conformidade. Talvez precisemos de outra alteração ao teste. Há muitos engenheiros inteligentes, é isto a Fórmula 1. É disso que se trata o negócio…”













