Lewis Hamilton chegou a estar nas posições de pódio durante 3 voltas, até que a equipa, depois de algumas conversas pelo rádio, o convenceu a parar para trocar o jogo de pneus intermédios iniciais, isto na volta 50, ou seja, faltando apenas 8 voltas para o fim da corrida. Quando o britânico saiu do pit lane, voltou ao quinto posto e terminou nessa posição, não estando contente com o facto de ter ficado atrás de Sergio Perez e Charles Leclerc.
Devia a Mercedes ter deixado o piloto em pista e terminado a corrida com os mesmos pneus com que iniciou, algo que a Pirelli desaconselhou? “Se olharmos para Esteban, foi ultrapassado pelo Lance a cerca de cinco ou seis voltas do fim. Terminou 17 segundos atrás dele. É a rapidez com que se cai”, afirmou Andrew Shovlin, citado pelo Racefans.net.
Hamilton tinha 11 segundos de vantagem para os dois pilotos antes da paragem, mas o engenheiro da Mercedes diz que a equipa receava que o piloto perdesse mais posições sem trocar de pneus. “Esteban perdeu mais dois segundos nesse curto espaço de tempo até ao fim, e é aí que corre mal. Por isso, vamos verificar novamente, mas temos a certeza de que teríamos perdido esses dois lugares, se não estivéssemos em risco de perder mais”.
A equipa esteve atenta ao que acontecia com os outros pilotos e quando percebeu que Leclerc perdeu muito tempo antes de trocar de pneus, ficou claro o que tinham de fazer. “Quando vimos Charles a perder no Ferrari, podia-se ver que acontecia muito rapidamente. Tínhamos começado a ver Lewis a perder tempo, de qualquer maneira. Nos dados, de repente vimos que aqueles lugares que íamos perder ao fazer a paragem, íamos perder de qualquer maneira na corrida, para Perez e para Charles. E havia mesmo um risco que crescia se começasse a acentuar a curva da perda de tempo. Portanto, foi realmente apenas um caso de cortarmos as nossas perdas e não ficarmos demasiado gananciosos”.











