O final do Rali Serras de Fafe ficou marcado pelas declarações fortes de Manuel Castro, desagradado com o que aconteceu. A FPAK ainda não tomou uma posição oficial sobre o sucedido, mas o AutoSport falou com um elemento da federação, que explicou o sucedido.
O AutoSport falou com um elemento da FPAK, que preferiu manter o anonimato, que se mostrou surpreendido com as declarações de Manuel Castro, afirmando que a federação cumpriu o que está regulamentado, pois o ERC tem o seu regulamento, assim como o CPR, e por isso teriam de ser sempre tratadas como provas separadas. Acrescentou ainda que o tempo de espera entre o último carro do ERC e o primeiro do CPR permitia que os pilotos do CPR não fossem eventualmente ‘atrapalhados’ pelos carros mais lentos do ERC, que inevitavelmente são os últimos a ir para a estrada. Os primeiros carros em estrada do CPR eram R5, muito mais competitivos, pelo que havia o risco real dos primeiros concorrentes do CPR apanharem carros mais lentos no troço, prejudicando irremediavelmente o resultado final.
Os pilotos que pagaram a inscrição (mais onerosa) do ERC tiveram uma posição na estrada melhor e os que pagaram a inscrição no CPR sabiam das opções que tinham.












