O acordo sobre os novos motores para a Fórmula 1 foi alcançado, segundo avança a Auto Motor und Sport, faltando apenas a sua formalização e anúncio oficial. Como resultado deste acordo sobre a nova geração de unidades motrizes, a Audi e Porsche deverão comprometer-se a longo prazo com a disciplina, entrando ambos os construtores na competição, ainda segundo a mesma fonte.
Tal como tínhamos avançado anteriormente, a alteração mais significativa na nova geração de unidades motrizes, será a subtração do MGU-H, que converte gases de escape quentes em energia elétrica. Este é um componente complexo que provou ser um desafio para muitos fabricantes, tanto a nível financeiro como de construção. Sem esse componente, as unidades podem passar a custar menos de um milhão de dólares para serem fabricadas, enquanto o preço atual ascende os dois milhões de dólares. Assim sendo, para além das unidades motrizes ficarem mais baratas, não perderão potência, já que o MGU-K deverá sofrer um aumento de kw, passando a debitar 350 kw, cerca de 475 cv, contra os atuais 120kw. Os novos motores só entram em ação a partir de 2026 e não em 2025 como estava planeado anteriormente.
O Auto Motor und Sport explica ainda, que as marcas do grupo Volkswagen querem um aumento do teto orçamental, enquanto a Mercedes quer manter o valor. Isto deve-se ao facto da Mercedes construir a maioria das peças para os monolugares e motores internamente, enquanto outras dependem dos preços dos fornecedores.










