Ricardo Moura e António Costa (Škoda Fabia Rally2 evo) estavam em linha para obter novo pódio à geral na prova do ERC, mas uma distração perto do final redundou num capotanço e furo, acabando a dupla por perder o terceiro lugar por 3.2s. Os ralis são assim mesmo, mas nada disso apaga o que a dupla fez antes deste fatídico momento. Desde o início de 2019, esta era a sua quarta prova em dois anos e meio, ou 30 meses. Nesse período, Mikkelsen e Sordo fizeram dezena e meia de ralis de alto nível entre WRC e ERC: “Cometi um erro de principiante, estava tudo controlado, tínhamos a posição na mão, e perdemos o terceiro lugar porque no capotanço houve um pneu que se descolou da jante, e andámos furados mais do quatro quilómetros. Portanto teria sido mais do que suficiente mesmo com o capotanço. Cortei demasiado o interior numa zona muito lenta e capotei muito devagar, só que infelizmente ficámos furados e isso é que nos fez perder o tempo todo até ao final.
De resto foi uma boa participação, peço desculpa de não ter dado a toda a gente seria uma alegria, mas infelizmente correu menos bem. Mas estou satisfeito pelo desempenho. Os ralis são mesmo assim, já nem me lembro a última vez que tive um acidente no Rali dos Açores, foi desta vez”.









