Daniel Ricciardo é otimista por natureza, mas olha para este novo rumo da F1 com bons olhos. O australiano da McLaren gosta da nova abordagem que os responsáveis da competição têm usado, tentando inovar, mas tem apenas um receio.
Questionado sobre o estado da F1, Ricciardo mostrou-se satisfeito, apontando as corridas Sprint como um bom exemplo para o desporto, mas sente que o tamanho do carro é uma área que deve ser reconsiderada:
“Penso que está bem, estou bem com isso. Silverstone correu muito bem. Talvez eu pertença à geração mais jovem que tem uma mente um pouco mais aberta. Adoro e respeito a história do desporto, por isso não quero um desporto a ir completamente para o outro lado, mas algumas mudanças? Excelente. Em todo o caso, é bom tentar. Por exemplo, com os carros, esta abordagem simplista é boa, eu gosto disso. O único problema é que os carros mais antigos, veja-se 2007 ou 2008, eram muito mais baixos, mais estreitos e mais curtos. Os carros são agora grandes. Um carro maior ocupa logicamente mais espaço na pista. Essa é a minha única preocupação, que em pistas mais estreitas seja difícil de ultrapassar devido às dimensões do carro. Mas para além disso, estou feliz com o caminho que o desporto tomou”.
Quanto ao que espera para a nova era da F1, Ricciardo não antecipa mudanças profundas:
“Há esperança, mas não quero ter muitas expectativas porque depois começa-se o ano com energia negativa ou falta de motivação”, disse Ricciardo. “Espero que as distâncias diminuam mais. Penso que a Mercedes e a Red Bull ainda deverão a liderar. Mas se conseguirmos lutar mais de perto e a distância entre o primeiro e o 20º lugar for menor, então fico feliz. Penso que isso seria um bom passo”.










