Terminada que está a primeira experiência de uma Qualificação Sprint, há já alguns pontos a colocar em equação. A primeira “bola a sair do saco” tem a ver com o facto de ser difícil tirar conclusões apenas com uma mini-corrida. As expectativas eram muito elevadas, pelo que são precisos mais testes para avaliar melhor os efeitos de tudo isto.
Em segundo lugar, já se esperava que não fosse uma corrida de 17 voltas totalmente a fundo, mas ainda assim houve boa ação em pista e drama quanto baste. Muitos pilotos tentaram fazer pela vida, a alguns correu mal…
Valeu, por exemplo, pela primeira volta, em que houve muita ação, com Max Verstappen a passar para a frente com uma boa reação de Lewis Hamilton em Copse. Depois, tudo ficou demasiado calmo…
Houve pontos muito bons, como por exemplo a recuperação de Fernando Alonso de 11º para 5º na 1ª volta. Foi digno de se ver…
Por outro lado a possibilidade de utilizar pneus macios, pode dizer-se que ‘salvou’ a Qualificação Sprint, pois no Grande Prémio de hoje, utilizar macios na partida era meio caminho para estragar a corrida.
No fundo, a ideia base, ter algo forte em cada um dos três dias do fim de semana da Fórmula 1, é bom, Qualificação na 6ª feira, Qualificação Sprint no sábado e corrida no domingo, mas talvez haja pontos a ajustar, por exemplo com as regras de Parque Fechado, pois o último treino livre de sábado é quase inútil, pois nada que se teste em termos de afinações pode ser utilizado no carro, só mesmo a durabilidade dos pneus.
Há também pelo menos um ponto negativo, é que com a qualificação Sprint ficámos a saber, por exemplo, que Hamilton tem mais velocidade em reta, mas não consegue estar perto o suficiente em curva para passar Max Verstappen na zona rápida, pelo que este é um ‘spoiler’ que não precisávamos de ‘ver. Agora, a única solução será a estratégia.
Resumindo, para os ‘veteranos’ a Qualificação Sprint foi bem boa, pois Fernando Alonso e Kimi Raikkonen recuperaram posições “à grande”. Vamos ver o que nos traz o Grande Prémio. É às 15h00…










