Christian Horner foi o mais recente convidado do podcast da F1, Beyond the Grid. Na conversa com Tom Clarkson, o chefe de equipa afirmou que procurou outros fornecedores de motores, após o anúncio da saída da Honda, antes de tomarem a produção das suas próprias unidades motrizes em mãos.
“O mais natural era ter uma discussão com os fornecedores existentes. A Mercedes foi uma conversa muito curta e Toto obviamente não estava particularmente interessado nessa conversa. Renault – as suas aspirações como equipa não incluíam o fornecimento de uma equipa como a Red Bull, e provavelmente a mais disposta seria a Ferrari. E, tivemos algumas discussões exploratórias, mas ser um cliente, por isso ter de aceitar toda a integração, particularmente com o novo regulamento a chegar, seria extremamente difícil de engolir, por isso foi aí que começámos a explorar a possibilidade: ‘OK, como enfrentar este desafio de uma forma Red Bull e ver se podemos fazer um acordo com a Honda num futuro previsível?’.
A decisão de produzirem as suas próprias unidades, foi “um passo arrojado”, explicou Horner, mas que teve sempre o apoio de Helmut Marko e do próprio dono da estrutura, Dietrich Mateschitz.
“É um grande passo, é um passo arrojado, tomar o controlo do nosso próprio destino como fornecedor de motores e produzir tudo sob o mesmo teto em Milton Keynes. Far-nos-ia a única equipa para além da Ferrari produzir tudo dentro da mesma fábrica. Em termos de uma venda, penso que ele próprio chegou a essa conclusão – que não tínhamos escolha – e Helmut [Marko] foi obviamente muito favorável e insistiu muito para que assim fosse. Absolutamente, foi a decisão certa…”










