Mattia Binotto falou das performances da equipa que neste momento estão na frente do campeonato, Red Bull e Mercedes.
O italiano apontou que as recentes mudanças feitas na Mercedes ao nível da estrutura técnica podem ser a resposta para a variação que temos sentido nos flechas de prata:
“Antes de olhar para os aspetos técnicos – e há que reconhecer que a Red Bull fez um excelente trabalho – penso que é correto salientar que estão a colher excelentes resultados porque podem contar com uma equipa que tem estado estável durante muitos anos. Apesar de enfrentar dificuldades, apesar de não terem ganho, continuaram a construir um grupo para tentar melhorar o seu carro. E o que vemos agora é o resultado desse trabalho. Se, por outro lado, olharmos para a Mercedes, já no último ano houve mudanças internas significativas, com papéis que talvez tenham sido revistos. Mais a assinatura com os pilotos que chegou apenas em Fevereiro”.
É um aspeto pertinente referido por Binotto que recordou as muitas mudanças na Mercedes, o que pode ter influência neste momento da equipa.
Binotto também expressou a sua opinião sobre a alegação da Mercedes de que a impressionante velocidade em linha recta da Red Bull está enraizada nos ganhos do motor da Honda:
“Não partilho [a visão] do que ouço e leio, porque o desempenho do motor Honda, olhando para os dados do GPS, corresponde ao desempenho que tinham no início da temporada no Bahrein”, explicou Binotto. “Tiveram de reduzir o desempenho devido a questões de fiabilidade. Penso que ao resolverem isso, voltaram aos padrões que tinham no início da temporada. Não houve nenhum passo em frente. Nós, a partir do Bahrein, tivemos sempre o mesmo nível de desempenho porque o motor nos permitiu funcionar dessa forma. Portanto, para a Red Bull, não se trata de ter dado um passo em frente, porque isso não seria permitido nos regulamentos”.











