Martin Prokop é o único concorrente do WRC2 no Rali Safari, devido à retirada das inscrições da TokSport Skoda (Andreas Mikkelsen e Marco Bulacia) bem como o Ford de Teemu Suninen, mas o piloto checo, prefere destacar o desafio que é fazer esta prova: “É incrível ver a volta do Rali Safari no calendário do WRC. Estou contente por ter vindo, porque o país é realmente incrível, tudo à nossa volta do que se pode ver, é diferente do que estamos habituados.
Quanto à prova, os troços são muito difíceis, mas estou muito feliz por estar aqui”, começou por dizer que falou na sua experiência de TT: “Esta prova faz-me lembrar muito o Dakar na Argentina, as etapas rápidas na Argentina é realmente muito semelhante, mas para este tipo de carro que estamos a usar no WRC não é realmente o melhor para este rali.
Não podemos andar como queremos, precisamos de pensar muito mais, talvez o TT me ajude a compreender melhor os locais mais perigosos, mas ainda não sei a que velocidade posso ir nas partes mais difíceis. Falei com os outros pilotos, que também estão um pouco perdidos porque é um rali completamente diferente, como ‘solavancos’ e por isso será uma descoberta para todos, vai ser um grande desafio ultrapassar isto”, disse, antes de lhe perguntarmos se melhor ter aqui a Ford Ranger, seria um pouco mais fácil com o meu carro do Dakar. Iria divertir-me mais. O percurso tem partes como o Chipre, Sardenha. Há partes perigosas, com muita vegetação, raízes de árvores, pedras…”, disse.











