A super especial do Rali de Portugal que está prevista para sábado, 22 de maio, nos arruamentos junto ao Forte de São João Batista, na Foz do Porto, não vai ter público e o Autosport sabe que as cercanias, nomeadamente a Rua Coronel Raúl Peres, que tem um ciclovia e um passeio muito largo, junto à praia, vão estar fortemente vigiados pela polícia, de modo a impedir aglomerados de pessoas, pois será ali que os concorrentes se juntam para aceder à super especial. A zona estará fortemente condicionada.
O Autosport sabe que apesar de existir autorização para a existência de público, o facto da lotação ser fortemente reduzida, levou a que a Câmara do Porto decidisse pela não presença de público, já que os valores necessário para colocar de pé toda a infraestrutura não poderiam ser recuperados dada a pequena presença de público autorizado, numa decisão extremamente racional da autarquia. De qualquer modo, está garantida a transmissão da especial pela RTP.
Depois da Direção Geral de Saúde ter divulgado um parecer técnico em que admite a presença limitada e variável de público em alguns locais da prova, no caso da Super especial do Porto, essa ocupação não poderia exceder os 30 por cento da capacidade das bancadas que ali viessem a ser instaladas: “Em face desta circunstância, e depois de analisados todos os custos associados, concluiu-se que a operação era excessivamente onerosa para o município, possibilitando um número muito reduzido de público”, lê-se no site da Ágora, empresa municipal: “Nesse contexto, o Município do Porto e o ACP tomaram a decisão conjunta de que a Porto Special Stage se realizaria sem bancadas e, consequentemente, sem a presença de público, uma vez que as zonas de peão estavam já interditas”, conclui-se no documento.









