Ao contrário daquilo que a Mercedes, através de Toto Wolff, fez e que ainda mantém laços contratuais com George Russel, a atual equipa do piloto apoia-o totalmente depois do acidente em Imola.
O chefe de equipa da estrutura britânica, Simon Roberts afirma que a hipótese real de ultrapassagem de Russel a Valtteri Bottas era real e que atuação do piloto não merece criticas.
“Ele estava numa boa posição, tinha mérito na sua posição em pista. Vi o vídeo dele a sair da curva 18, na minha mente não há absolutamente nenhuma dúvida de que parecia que estava pronto a ultrapassar. Portanto, não temos absolutamente nenhuma preocupação ou crítica em relação ao que George fez. Pensamos que essa foi a coisa certa a fazer. É evidente que não resultou e há razões para isso (…) Mas, para mim, volto à saída da curva 18. Foi uma boa saída, ele teve melhor tração, estava no cone de aspiração e tinha DRS, porque é que não o faria?”
Quanto à agressividade que tanto se discutiu em relação ao jovem piloto britânico e que a sua tentativa de ultrapassagem ao Mercedes, carro bem mais rápido que o Williams, Roberts não pensa assim.
“Não acho que tenha sido particularmente agressivo, para ser honesto, depende, não sei o que as pessoas veem (…) E isso não foi no meu entender um movimento agressivo e insistente.”
Independentemente do apoio total da equipa Williams, que é normal visto que Russel tem um papel importante e decisivo nos planos da estrutura, a ultrapassagem não foi conseguida e no final do dia nenhum dos dois pilotos terminou a corrida.









