Kamui Kobayashi chegou a ensinar Yuki Tsunoda no início da sua carreira. O ex-piloto de F1 considera que o jovem talento tem tudo para ter sucesso:
“Antes de se juntar à Honda, fez parte da escola Toyota e eu ensinei-o. Ele tinha 14 ou 15 anos”, disse ao podcast Beyond the Grid. “Penso que ele se sairá bem, mas depende de como ele se encaixa, de como ele se adapta ao carro e também à equipa. Parece que há um grande apoio da Red Bull e da equipa, por isso penso que ele deve ficar bem. Gasly está a sair-se muito bem no AlphaTauri”.
“Ele precisa de um manager muito bom. Ele pode sair-se muito bem, mas também pode cometer erros. Se comete um erro, precisa de alguém que o explique à equipa, precisa de uma espécie de filtro para se gerir a si próprio. Porque ele é tão jovem, não tem tanta experiência no desporto motorizado. Ele ainda precisa de aprender a ter confiança em si próprio. Ele tem talento, tem velocidade”.
Tsunoda é um dos pilotos mais baixos do grid (1.57m), mas o jovem japonês não vê isso como vantagem e explicou como a equipa moldou o assento:
“Primeiro, tenho de colocar muita espuma dentro do monocoque para que a posição do assento seja mais alta para eu ver claramente a pista”, disse ele à Formula1.com. “Além disso, fizemos uma caixa de pedais especial [para mim] para chegar aos pedais. Tivemos muito trabalho, fizemos muitos esforços para fazer o assento perfeito, por isso, para mim, não é uma grande vantagem”, elaborou Tsunoda.
“Não o vejo como uma grande [vantagem] na Fórmula 1 porque a FIA decidiu onde tem de se ter a distribuição de peso, e não se pode escolher o lugar onde se quer colocá-lo, pelo que significa que para a distribuição de peso há uma pequena vantagem, mas não muita. E para a aerodinâmica, para mim não vejo muita diferença porque os Fórmula 1, especialmente agora, são feitos para pilotos grandes”.











