O número de interessados nos LMDh continua a subir e agora é a BMW a mostrar que pode aceitar o desafio.
A marca alemã reduziu drasticamente o seu programa desportivo global, com a saída do DTM e a última época na Fórmula E. Sem um campeonato de alcance mundial para mostrar a marca começa a fazer sentido um projeto nos LMDh.
De acordo com Mike Krack, o actual chefe das operações de competição e engenharia de testes que será o novo director para os desportos motorizados a 1 de Abril, os LMDh está entre as opções possíveis para a BMW.
“Fazemos parte das discussões”, disse Krack à Sportscar365. “Estamos à procura e estamos a fazer estudos e estamos interessados. Achamos que é um regulamento muito bom. Com os orçamentos de hoje é possível tentar a vitória à geral, o que é muito apelativo. Estivemos sempre em discussão sobre os DPi 2.0 com o IMSA. Aí, achei que era uma abordagem muito boa. “
“Alguns comprometeram-se mais do que nós, mas também é um pouco da nossa filosofia não anunciar cada pequeno movimento que estamos a fazer. Somos normalmente um pouco mais conservadores. Estamos a olhar e a apresentá-lo à direção e vamos ver o que acontece”.
“Analisamos qual seria a implicação de ir desde o início e qual seria a vantagem ou desvantagem de ir mais tarde”, disse Krack. “Existe toda uma grande matriz de possibilidades. Temos de olhar para as oportunidades e o que podemos fazer com estes carros, onde podemos participar, com que período de tempo e quantos carros, clientes/oficiais, etc.”.
“De uma marca como a BMW, seria de esperar a participação numa das classes mais altas. Isto é claro”, disse ele.
“Com a LMDh, há a possibilidade de vencer à geral, pelo que temos de a estudar. Mas também não devemos esquecer que o mundo à nossa volta está a mudar. Fizemos muito no passado com muitos programas, muito caros. Penso que precisamos de olhar onde gastamos o dinheiro muito mais cuidadosamente. Os fundos disponíveis são menores, pelo que temos de avaliar realmente com muito cuidado o que vamos fazer e o que temos disponível. Estamos a analisar isto cuidadosamente e penso que é mais sustentável os LMDh do que os LMH”, acrescentou ele.












