Um dos grandes pontos de interesse do Mundial de Fórmula 1 de 2021 é perceber se finalmente o ‘hot seat’ na boxe ao lado de Max Verstappen tem um inquilino que aguente a pressão. No passado recente, Daniel Ricciardo acabou por preferir sair para a Renault, Daniil Kvyat não aguentou o lugar, Pierre Gasly e Alex Albon idem aspas, pelo que resta agora saber se os anos de F1 de Sergio Pérez lhe deram bagagem suficiente para fazer o que a Red Bull precisa: ajudar Max Verstappen a ‘apertar’ com a Mercedes.
Sergio Perez pareceu um pouco ‘desorganizado’ no segundo dia de testes, admitindo que o Red Bull era “totalmente diferente” daquilo a que estava habituado após sete temporadas na Force India/Racing Point, mas no terceiro dia, Perez pareceu estar em muito melhor forma, com o mesmo Red Bull, aparentemente melhor afinado para o seu estilo de pilotagem.
Independentemente de tudo e apesar de ter que se dar algum tempo ao mexicano, vamos ver se a dupla deste ano da Red Bull consegue produzir ao nível da dupla Daniel Ricciardo-Verstappen em 2018. Será um dos pontos interessantes do ano. Para olhar só para o passado mais recente, Alex Albon ‘destituiu’ Pierre Gasly na Red Bull e o francês parece ter rejuvenescido. O anglo-tailandês já nem na F1 está…
Mas tal como disse recentemente Pérez “não tenho absolutamente nada a perder…”














Ningém espera que Pérez bata Max em treinos, em corrida a coisa já será diferente e aí sim Pérez vai andar perto, e com a sua experiência/gestão de pneus poderá trocar as voltas a muita gente, se a equipa deixar, claro…Vamos Checo!!!
Aqueles erros que o Max costuma ter vão ser todos aproveitados pelo Sergio Perez. A Red Bull tem uma dupla superior à Mercedes e com carros de nível semelhante o título de construtores pode fugir para a Red Bull, o que vai fazer a Mercedes de indicar a porta da rua ao Bottas.
Claramente contrataram para ser um escudeiro de Max. Já veremos o tempo que demora até termos Helmut Marko a criticar publicamente Pérez porque não cedeu a posição ao Holandês.