A ideia de um calendário com provas rotativas começa a ganhar cada vez mais força. Stefano Domenicali já tinha referido essa possibilidade e agora é Zak Brown a mostrar-se agradado com a ideia:
“Eu gostaria que chegássemos a um entendimento em que pudéssemos rodar algumas corridas”, disse Brown à Motorsport.com. “Acredito que se um país quer receber a F1 é algo de bom. Penso que quanto mais países visitarmos, melhor. Dito isto, penso que há duas coisas a considerar com o tamanho do calendário. Há, antes de mais, as pessoas que trabalham. É um calendário brutal. E depois a outra é a escassez das corridas. Se olharmos para a NFL, há 16 jogos regulares da época, e três ou quatro play-offs. Os Jogos Olímpicos são muito populares, ou seja, de quatro em quatro anos, tal como o Campeonato do Mundo.”
“Conhecemos alguns grandes prémios ao longo do tempo, e por isso, na verdade, se não o tornássemos anual, mas de dois em dois anos, alguns desses grandes prémios seriam de facto mais sustentáveis porque não existe um esgotamento.”
A ideia faz todo o sentido. Fazer um calendário rotativo traria um novo desafio às equipas e aos pilotos, e mais novidade para os fãs. Permitira que a F1 visitasse mais países alargando a sua base de fãs. Permitira que países como Portugal que não têm condições para pagar para a F1 vir todos os anos pudesse ter capacidade de organizar a prova de dois em dois anos. Ganha-se em variedade em alcance e todos lucram.













Quem é frequentador assíduo, e de longa data, deste site, por certo vai recordar-se que, em tempos, eu já tinha sugerido essa solução, em alternativa a um aumento do número de corridas. É uma solução que só traz vantagens:
Há circuitos que, para mim, são intocáveis, como Suzuka, Spa, Mónaco, Silverstone, pela sua história e espectacularidade, todos os outros poderão ser rotativos.
E Monza.