A McLaren Racing anunciou na semana passada um acordo para trazer investimento a partir de um consórcio liderado pela MSP Sports Capital, empresa com sede nos Estados Unidos da América. O acordo proporcionará à McLaren Racing uma injeção de cerca de 204 milhões de euros durante os próximos dois anos e elevará o valor da empresa para cerca de 618 milhões de euros – CLIQUE AQUI PARA LER MAIS.
Para o diretor executivo da McLaren, Paul Walsh, este investimento salvou a operação na Fórmula 1. Ao autosport.com, Walsh explicou que “o antigo modelo da McLaren já estava fragilizado, porque o dinheiro que vinha da indústria automóvel ia para a equipa da Fórmula 1 e vice-versa”.
“Não há dúvidas, que como outras companhias, a pandemia deixou muitas empresas vulneráveis, assim a urgência desta decisão era grande. Com a pandemia deixamos de produzir carros porque a nossa fábrica esteve fechada. Se não produzimos carros, não os vendemos. Se não os vendemos, não conseguimos fazer entrar dinheiro. E a nossa equipa de corridas continuava a gastar, como é normal. A tensão era grande e foi essa tensão que fez com que o ajuste do modelo fosse em frente”, confirmou Walsh.









