Sabendo que já não vai repetir a experiência que teve a semana passada com a Mercedes, e depois de já ter assumido que tem contrato com a Williams para 2021, e isso não vai mudar, George Russell revelou como esta curta passagem pela Mercedes pode ajudar a Williams, já que aprendeu coisas que podem ser úteis. Não tudo, claro, porque o que um carro ‘faz’ está muito longe do que o outro consegue, mas há coisas que se podem transpor: “Há muito a reportar à Williams. Obviamente não quero revelar muito porque estarei a dar de borla ao resto da grelha, mas na Mercedes trabalha-se a um nível tão elevado e em todos os pormenores, não deixam pedra sobre pedra, e isso tem consequências, é por isso que são os melhores e é por isso que dominam. Portanto, há uma série de coisas com as quais posso voltar à Williams: ser um melhor piloto, ter mais confiança e algumas coisas que ajudarão a empurrar a equipa para a frente”, disse Russell, que revelou também como a família reagiu à corrida de Sakhir: “A minha mãe estava em lágrimas e à minha irmã também. Vivemos isto juntos, este desporto. E é tão apaixonante, as emoções são tão elevadas. Obviamente, esta foi a minha primeira oportunidade não só de ganhar, mas também de marcar pontos e ter ficado sem isso não uma mas duas vezes, foi difícil. Mas tive tempo para refletir sobre o fim-de-semana. Saí de cabeça erguida e orgulhoso do trabalho que conseguimos realizar”, disse.











