Não é uma surpresa, mas faltava a confirmação oficial. Romain Grosejan não estará presente no GP de Sakhir e Pietro Fittipaldi será o seu substituto.
Apesar das lesões sofridas não serem tão graves quanto se poderia pensar, Romain Grosejan não poderá estar presente no GP de Sakhir. Pietro Fittipaldi, neto do bicampeão de F1 e vencedor da Indy 500 Emerson, irá pilotar pela Haas no lugar de Grosjean no Grande Prémio Sakhir do próximo fim de semana.
Fittipaldi é o piloto de reserva e piloto de testes da equipa americana e fará assim a sua estreia na F1. A Haas não confirmou se Grosjean será capaz de disputar o Grande Prémio de Abu Dhabi, última prova da temporada a 13 de dezembro.












S este rapaz, que nem sequer tem competido este ano (que es saiba) conseguir entrar dentro dos 107% com o Haas, é um génio. Nem sei como tem pontos para a super-licença.
Claro que agarrou o lugar somente devido ao seu talento. É aliás sabido que, desde os anos 70, a maioria esmagadora dos pilotos brasileiros que ingressaram na F1 eram de origem extraordinariamnte humilde! E com tantas dificuldades financeiras, só à custa do seu inigualável talento e da sua mítica perseverança chegaram onde chegaram… E pelo caminho ainda tiverem de se confrontar com todos os pilotos riquinhos ocidentais, esses sim, com a vida facilitada desde pequeninos!
Desconhecimento total da realidade do automobilismo brasileiro nos anos 70/80/90. O Alex Dias Ribeiro, o Chico Serra, o próprio Piquet´(apesar de a família ter muita massa), o Roberto Moreno, o Barrichello (para não falar de muitos outros, que conheço menos) não tiveram qq apoio familiar para chegar à F1. Muitos eram tesos que nem um carapau (como o Moreno, ou o Alex Dia Ribeiro), a maioria, depois de carreiras de sacrifício no Brasil, conseguiu patrocínios aceitáveis na sua terra para virem para a Europa e, uma vez cá, o seu talento conseguia o resto. Claro que há óbvias excepções, como… Ler mais »
Pois…pois… Acredite no que quiser. Há contos de fadas para todos os gostos! Mas pode acreditar que muitos eram de famílias mesmo muito ricas (a começar pelo próprio Fittipaldi, passando por Piquet e acabando no Senna). A exceção seriam os tesos… Não chegaram lá propriamente como um Mansell… Basta pensar que só para então chegarem à Europa e se iniciarem nas fórmulas mais baixas não deviam andar a pedir esmola!
Dizer uma asneira por não saber é chato, mas aceita-se. Insistir nela, não vou dizer o que é, mas hás-de saber. Não é acreditar em contos de fadas, é saber a realidade. Quem não sabe, ou se informa, ou manda palpites infundados. Eu vi um grande número destes pilotos nascer no Brasil, eu sei! O Chico Serra conseguiu o apoio da Sadia; o Alex Dias Ribeiro da Caixa Económica e depois da sua igreja evangélica; o Piquet da Arno e Brastemp; o Barrichello da Arisco; o Moreno o apoio do Piquet, pequenos patrocínios e biscates ao volante de outras categorias… Ler mais »
Ok, então as famílias brasileiras mais bem sucedidas na F1 eram/são todas muito pobrezinhas??? Falamos, como sabe, das famílias Fittipladi, Piquet e Senna. E não de Chico Serra ou de Chico Anysio… E acha mesmo que os bons patrocínios nada deveram às influências de tais famílias? Decididamente, concordamos em discordar. Mas tudo bem. Fique na sua, que eu fico na minha.
PS – Já que acima refere Piquet, lembro-lhe que o seu pai, conhecido médico, foi ministro da saúde do Brasil. Não era exatamente um favelado.
O Piquet corria às escondidas do Pai. Usou para tanto o nome de solteira da mãe. O nome dele é Sottomayor. Eu vivia lá quando o Piquet começou a correr num Brasília e depois na F.VW1600. Ninguém sabia quem ele era. Havia gajos com muito mais dinheiro que ele, com estruturas muito maiores, ele era o underdog que os batia, aquele por quem os jovens torcíamos. Volto a dizer, a grande diferença nesses anos foi haver competições de promoção no Brasil e as empresas brasileiras usarem os pilotos que saíam para o estrangeiro para sua promoção no mercado interno. Quem… Ler mais »
Já agora, só para esclarecer, os pontos negativos não são meus. Nunca dou pontos negativos, a não ser que alguém faça um comentário insultuoso. De resto ponho a minha opinião, mas não entro nessa coisa dos pontos negativos.
Ok! Abraço!
Sim, há quem diga que o Pietro Fitipaldi vive na rua a fazer números de malabarismo só para conseguir ter dinheiro para correr nos fórmulas. Ele já nem come só para poder competir. lol
Azar de uns, sorte de outros.