Sem dúvida que um dos fatores cruciais na performance dos carros é a sua capacidade de arrefecer os motores para estes não sobreaquecerem. Mas esse arrefecimento não é tão simples quanto parece.
Para arrefecer as unidades motrizes, é necessário ter em conta que falamos de um sistema de combustão interna, num bloco relativamente pequeno, a que se junta o calor das baterias . Estes dois componentes criam muito calor que tem de ser dissipado. A forma como isso é conseguido é através de vários radiadores que arrefecem um liquido especifico que circula por estes componentes, de forma a transferir o calor para fora do carro.
Isso depende sempre do ar que entra no carro e esse ar pode ser afetado pelo carro que segue na frente. É por isso que o GP de Sakhir será um desafio interessante, pois as longas retas, a volta curta e a exigência nas unidades motrizes, a juntar ao calor que se poderá sentir no Médio Oriente, dará dores de cabeça às equipas, que terão de equlibrar a balança entre a capaciade de arrefecimento (abrindo mais saídas de ar) e a aerodinâmica (quanto menos aberturas, mais eficiente a aerodinâmica). Neste vídeo fica explicado de forma simples como é feito o arrefecimento de um F1:










