Condutores como Lance Stroll, Nicholas Latifi ou Nikita Mazepin não devem ser estigmatizados porque chegaram à Fórmula 1 em parte devido à riqueza dos seus pais, diz o chefe de equipa da Mercedes Toto Wolff.
Ao autosport.com, Wolff afirmou: «Olhem para o Lance. Ganhou o campeonato italiano de Fórmula 4, ganhou o campeonato europeu de Fórmula 3, esteve duas vezes no pódio e já se qualificou na primeira linha da grelha em Monza, à chuva. Não podemos dizer que está aqui apenas porque o pai é bilionário. Ele sofre de um estigma que não está correto. O mais impressionante é uma criança com essa ambiente escolher um dos desportos mais competitivos do mundo».
Toto Wolff também tocou noutros casos recentes na Fórmula 1, como Nicholas Latifi, piloto da Williams, que recebe um amplo apoio do pai Michael. Wolff também falou sobre Nikita Mazepin, que tem sido apontado a um lugar na Haas, com um patrocínio do pai Dmitry.
«O Nicholas venceu corridas na Fórmula 2 e ainda não vimos do que ele é capaz, pois ainda está na sua primeira temporada. Em relação ao próximo ano não podemos desacreditar o Nikita antes de o ter visto. Ele é um piloto regular na frente da Fórmula 2, acho que até já venceu corrida, ou pelo menos esteve na luta pela vitória», explicou Wolff.
«Acho que estamos muito melhor agora. Há cinco ou seis anos atrás tivemos pilotos que apenas entraram porque pagaram. Não quero nomear ninguém, mas sabem a quem me refiro. Neste momento, nomeiem-me um piloto que não esteja na Fórmula 1 por mérito!», finalizou o chefe de equipa da Mercedes.












