Confirmam-se os rumores… Kevin Magnussen e Romain Grosjean estão de saída da Haas F1. A dupla de pilotos anunciou hoje que deixará de fazer parte da equipa americana.
Renovação total à vista na Haas, com a saída de Grosjean, que esteve desde o início no projeto e Magnussen que entrou na época seguinte.
“O último capítulo está fechado e o livro está terminado”, disse Grosjean. “Estou com a Haas F1 Team desde o primeiro dia.
“Cinco anos em que passamos por altos e baixos, marcamos 110 pontos em 92 corridas, mas a jornada valeu a pena. Aprendi muito, melhorei para ser um piloto melhor e também um homem melhor.
“Espero também ter ajudado as pessoas da equipa a melhorarem. Este é provavelmente o meu maior orgulho, mais do que qualquer uma das primeiras corridas malucas de 2016 ou do P4 no GP da Áustria 2018.
“Desejo à equipa tudo de melhor para o futuro.”
Também postando nas redes sociais, Magnussen escreveu: “A temporada 2020 da Fórmula 1 será a minha última com a equipa Haas F1. Diverti-me muito com a equipa durante quatro anos e olho para trás, para uma grande jornada. Fazer parte de uma equipa totalmente nova foi um desafio que eu apreciei profundamente e me trouxe uma enorme quantidade de experiência que me ajudou a crescer e desenvolver como piloto. Gostaria de agradecer a Gene [Haas, proprietário da equipa ], Guenther [Steiner, chefe da equipa] e toda a equipa pela sua lealdade e confiança em mim nos últimos quatro anos.“
Na calha para os lugares deixados vagos estão Mick Schumacher, Nikita Mazepin e Nico Hulkenberg. A Haas deverá anunciar o seu alinhamento durante o fim de semana.











Sinceramente não fazem falta nenhuma. Dois pilotos medianos e acima de tudo perigosos
Há (ou havia) uma receita simples para ter muitos votos positivos e ficar com a impressão que se é muito popular e inteligente: sempre que o autosport.pt publica artigos sobre o Romain Grosjean, o Daniil Kvyat e o Dr. Helmut Marko, fazem-se comentários completamente estúpidos, desbragados, insultuosos e carregados de ignorância e despeito, e já está: 30 votos positivos no mínimo. (Quando havia votos, claro: agora não sei como é que esses leitores vão viver.) E, no entanto, quem gosta de automobilismo – quer dizer: quem aprecia o desporto automóvel e a condução – e vê as coisas sem o… Ler mais »
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Concordo com tudo o que diz sobre o Grosjean. Ele ficou a ser mal amado depois daquela corrida em Spa, em que causou um acidente muito feio que, só por milagre, não causou vítimas e que inspirou a FIA a criar os pontos na licença. Curiosamente, não é ele a estar perto de atingir o limite desses pontos…
Quanto ao Magnussen, além de malcriado, não o acho grande piloto e aquele pódio caiu-lhe do céu.
Também estou curiosa para ver quem serão as novas “estrelas” da equipa.
Caro 831ABO Geralmente leio os seus comentários com atenção. Também lhe posso dizer que normalmente concordo com 80 a 99% do que escreve. Não sei se alguma vez esteve pelo lado de dentro dos desportos motorizados ou se “apenas” segue toda a dinâmica dos mesmos com atenção e sensibilidade. Seja como for, sou leitor assíduo do que (bem) escreve. Pessoalmente tive uma carreira de mais de 30 anos inside (e que ainda não terminou totalmente)e dá-me imenso prazer quando leio comentários ponderados e certeiros, embora obviamente respeite todos. Toda esta prosa para lhe dizer que desta vez não concordo consigo… Ler mais »
@ rui.g.car: Obrigado pelas suas palavras. Sou apenas alguém que adora automóveis desde a infância. A minha experiência de pilotagem resume-se a algumas voltas no kartódromo do Cabo do Mundo. Via F1 quando era miúdo, mas não percebia muito bem o que se estava a passar: só me lembro de gostar do Jacky Ickx, do Jean-Pierre Beltoise e do Jochen Mass porque apareciam nas histórias do Michel Vaillant. Depois de 1980 o meu interesse pela F1 despertou, em grande parte graças à Williams, e no ano seguinte fiquei tifoso por ver aquelas vitórias incríveis do Gilles Villeneuve no Mónaco e… Ler mais »
NoTeam Uma dupla que certamente não vai deixar grandes saudades no mundo da F1. Quando a Haas teve material competitivo, frequentemente os seus pilotos deitaram no caixote do lixo pontos preciosos, que não só podiam ter colocado a equipa mais alto na tabela classificativa, como também mais oferecer mais garantias financeiras para se investir no projecto desportivo, é que pontos na F1 valem muito dinheiro! Ultimamente, provavelmente devido ao desgaste de uma relação cheia de altos e baixos, mas acima de tudo penosos baixos, a comunicação entre os pilotos e os restantes membros de equipa era simplesmente paupérrima e o… Ler mais »