A ideia de grelhas invertidas foi rejeitada em 2020, mas, depois do Grande Prémio de Itália, o diretor executivo da Fórmula 1, Ross Brawn, voltou a falar nela, dando o exemplo da corrida de Monza, onde Pierre Gasly venceu e no pódio não houve um Mercedes, um Red Bull ou um Ferrari, forças dominantes nos últimos anos.
Numa grelha invertida, as equipas que estão atrás têm benefícios ao arrancarem na frente, mas, ambos os pilotos da Williams, George Russell e Nicholas Latifi, não gostam da ideia.
“Eu não gosto, mesmo que assim pudéssemos pontuar mais. As outras equipas têm carros melhores, ou seja, por exemplo, conseguem travar mais tarde do que nós e não seríamos capazes de nos defender, fazendo de nós idiotas e deles super-heróis, conseguindo muitas ultrapassagens porque os carros são melhores do que os nossos”, afirmou George Russell.
“O ADN da Fórmula 1 não é este. O resultados valeriam menos assim”, concluiu Nicholas Latifi.











Também concordo com eles , sempre ouvi dizer que quem tem unhas é que toca guitarra , deve haver outra maneiras de aumentar a competividade em pista
Quando aqueles que poderiam beneficiar, são os primeiros a rejeitar, está tudo dito sobre a brilhante ideia do Brawn.
Concordo com eles. Isto é formula 1 não é nenhum troféu por isso discordo com qualquer medida que altere a verdade desportiva… já chega as macacadas que fazem por exemplo no WEC para equilibrarem os outros carros aos Ferrari e Porsche.
Os grandes beneficiados seriam os patrocinadores, porque teriam maior protagonismo e, consequentemente, mais visibilidade.
Como a força do dinheiro se impõe à verdade desportiva, a ver vamos!…
Bem visto.
Considero que o problema desta ideia não é propriamente a ideia em si, mas os momentos em que aparece. Geralmente surge como: -argumento contra um GP com Mercedes dominadora; -argumento a favor de um GP em que a Mercedes teve contratempo e não foi dominadora. Ou seja, surge sempre em torno e contra o domínio da Mercedes. Ora isso, para mim, é um vício de forma: regulamentos à medida, contra um ou a favor de outro. Se for para avançar com esta ideia, penso que deve acontecer, por exemplo, em 2022, associado aos novos regulamentos, num momento de página em… Ler mais »
Há uma maneira muito democrática de resolver a questão entre os que querem grelhas invertidas e os que preferem que tudo fique como está. Seria os lugares da grelha de partida serem atribuídos em todas as corridas por sorteio, acho que assim os GP´s seriam do género do que vimos na corrida de Monza (dependendo é claro de quem tivesse a sorte de partir á frente).
E a qualificação era tipo sorteio da lotaria: uma tombola gigante e uma criancinha a gritar os números.
Vou já mandar fazer uns cartões para jogar bingo.
Vai ser emocionante!!!
Obviamente que deixava de haver qualificação, o sorteio eliminava a necessidade da mesma. E assim já a criancinha não tinha de gritar os números, até porque isso poderia ser considerado exploração de trabalho infantil.
😄😄
A grelha invertida é uma falsa sensação de performance que acaba passado 10 voltas (se tanto).
Se o circuito o permitir. No Mónaco ganhava um Williams.
não penses nisso