Está confirmada a mudança no regulamento das unidades de potência. Foi distribuída uma diretiva técnica às equipas que restringe os modos de motor que podem utilizar na qualificação, o que deverá fazer com que as equipas como a Mercedes estejam tão à frente na Q2 e Q3, do que temos visto até aqui, ficando por saber qual, entre os cinco modos de motor que a Mercedes tem, vai escolher para a corrida.
Para que se perceba um pouco melhor a questão, Valtteri Bottas já disse que sabendo que o seu carro é rápido não precisa de utilizar os modos de motor mais ‘altos’, na Q1, de modo a preservar a vida útil do motor e com isto conclui-se que a competitividade da Mercedes aumenta dramaticamente quando se trata da Q2 e Q3. Basicamente o que a Mercedes faz é ganhar mais de um segundo por volta, bastando para isso rodar um botão no volante do monolugar. E estamos a falar de diferenças de valores que começam nos 800cv e vão até aos 1000cv. Modo 1 até modo 5. Pelo meio, os vários níveis de potência.
Prevê-se que a Mercedes ainda tenha vantagem, mas não será tão grande, mas como já se percebeu isso pode significar que podem passar a ter um nível superior durante a corrida. O impacto total, ainda está por ser conhecido, mas a qualificação é definitivamente uma sessão a ter em conta, pois se a ordem for um pouco diferente em comparação com as corridas anteriores, isso pode ter a ver com o fim do ‘party mode’. Seja como for, que ninguém espere que a Mercedes deixe de ter a primazia, mesmo em qualificação, já que a sua vantagem no motor parece continuar a ser óbvia.









